Nᴇᴍ sᴇᴍᴘʀᴇ ᴠᴏᴄᴇ̂ ᴠᴀɪ ᴠᴇʀ. Mᴀs sᴇᴍᴘʀᴇ ᴘᴏᴅᴇ ᴄʀᴇʀ.
Nᴇᴍ sᴇᴍᴘʀᴇ ᴠᴏᴄᴇ̂ ᴠᴀɪ ᴠᴇʀ. Mᴀs sᴇᴍᴘʀᴇ ᴘᴏᴅᴇ ᴄʀᴇʀ. Tomé precisou ver para crer. Que sabe você também. Talvez hoje seu coração esteja inquieto, pedindo sinais, respostas, garantias. Mas Jesus nos deixou uma pérola que atravessa séculos e encontra eco na alma da mulher que escolhe confiar mesmo quando tudo diz o contrário: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29). Crer sem ver é ousadia do espírito. É fé madura, que se alimenta da Palavra, não das circunstâncias. É escolher confiar mesmo quando o céu parece de bronze e as orações ecoam no silêncio. A fé que agrada a Deus não espera provas, ela floresce no invisível. Ela segue mesmo sem mapa, mesmo sem sentir, mesmo sem entender. Porque a fé verdadeira sabe: se Deus prometeu, Ele vai cumprir. Talvez você esteja na sala da espera, onde portas se mantêm fechadas e os dias parecem repetição. Mas não se engane: a espera não é castigo. A espera é coxia de palco antes da cena gloriosa. É preparo, amadurecimento, lapidação...